Santa Teresa de Lisieux

Um guia luminoso no caminho da santidade é Teresa do Menino Jesus e da Santa Face. Pio XI disse sobre ela: “É um Evangelho para o homem de hoje, sobretudo por sua ‘pequena via’, feita de amor, humildade e coração”. Nossos Fundadores, guiados pelo Espirito, sempre nos propuseram essa jovem santa como modelo de vida consagrada e de espiritualidade.
Teresa para nós é aquela que conheceu com clareza a própria pobreza, suas fraquezas, a incapacidade de dar mesmo um só passo rumo ao cumprimento dos projetos de Deus sobre ela. Por isto, apoiou-se totalmente no Pai. É aquela que experimentou sua misericórdia e por isso soube colocar nele uma confiança ilimitada.
A jovem santa de Lisieux descobre no amor um amor forte e maduro, a própria vocação. Faz dessa vocação sua missão: assim, ama a Deus acima de todas as coisas e as pessoas que estão a seu lado e, do mesmo modo, aquelas que estão em todas as partes do mundo, porque são amadas pelo Deus “rico em misericórdia”.
Nossos Fundadores nos indicam Teresa como mestra de vida e modelo de caridade, “apóstola dos apóstolos”, quiseram que nosso caminho fosse a “pequena via” ou “via dos pequenos”, que nasce da experiência de um Deus que nos ama com amor eterno e deseja somente nossa felicidade, que é “mais terno que uma mãe”. É a via de quem não se acha capaz de merecer ou de poder nada; de quem renuncia à própria, aos próprios sacrifícios como meios de satisfação própria. Feliz até mesmo em cair, “porque poder experimentar mais ainda a misericórdia sempre, apesar de tudo.
A boa nova que levamos a todos, instruídas por sua experiência e por suas palavras, é que Deus “é pai e mãe” para suas criaturas, tem nosso nome escrito na palma de sua mão e nos atrai para si.