Carisma

Carisma

O Carisma de nossa Congregação nasce do encontro providencial entre o ideal da Beata Maria Crocifissa e o de Padre Lourenço. Ele repleto de projetos e desejos missionários, ajuda-a a definir o grande ideal sonhado desde a infância” (Curcio M.C., Carta): dedicar-se à evangelização e à educação dos jovens necessitados, para restaurar neles a imagem de Deus. Ambos autênticos e generosos filhos do Carmelo, imersos na contemplação do Deus vivo e ardentes de zelo apostólico.

Podemos ver isso claramente na fala de Padre Lourenço: “A finalidade da Congregação é acolher a juventude, não apenas para instruí-la, mas para acender nos seus corações um amor sem limites.”(Pe. Lourenço – Carta)

Madre Maria Crocifissa compreende a própria vocação graças à mediação de Maria. Depois, Jesus a faz compreender o modo pelo qual sua missão deve realizar-se: “Oferecer-se como vítima de expiação junto com o Grande Mártir de Amor. Jesus tem necessidade dessas almas restauradoras da pobre humanidade. O Coração Eucarístico de Jesus repete-me isso sempre e com expressões várias e sempre novas. É uma das importantes missões que nos confiou nessa nova instituição.” (M.C Diário).

Graças a essas intuições, e a união com o sonho missionário de Padre Lourenço, delineia-se com clareza sempre maior o carisma da Congregação, hoje confiado a nós: a vida missionária com especial atenção á infância e a juventude.

Espiritualidade

Espiritualidade

A oração sempre foi o veiculo privilegiado mediante o qual Deus nos permite entrar na experiência contemplativa. Nela, expressamos nossa resposta alegre ao chamado de Cristo, abrindo-nos à Ação do Espirito que gradualmente nos transforma através de todos os acontecimentos grandes e pequenos da vida. Desencandeia-se, assim, um processo de transformação, fruto da presença sempre ativa do Vivente que vivifica, que nos torna continuamente novas e nos habilita a viver evangelicamente.

As formas de oração assiduamente cultivadas no Carmelo, desde seus primeiros passos, são a leitura orante da Palavra de Deus e a celebração da Liturgia.: a primeira se desenvolvia na solidão das celas monásticas, colocas na encosta do Monte Carmelo, enquanto a segunda ocorria na capela dedicada à Mãe de Deus, erguida no centro das celas. Na tradição de nossa Congregação, a essas formas de oração se acrescentam a adoração eucarística, o Rosário mariano e as práticas reparadoras do Coração de Jesus.

No confronto constante com a Palavra de Deus, no relacionamento pessoal com Cristo eucarístico, no silêncio de todo o ser que se põe em atenciosa escuta da voz divina e na oração solitária e litúrgica aprendemos a encontrar Deus na vida cotidiana e nos entregamos a Ele no caminho de conformação a Cristo. Só assim.